Sofre de hipertensão? Médico diz quais alimentos consumir e os que devem ser evitados

Sofre de hipertensão? Médico diz quais alimentos consumir e os que devem ser evitados

Segundo o nutrólogo Alexander Gomes de Azevedo, a beterraba, por exemplo, pode diminuir a pressão arterial

 

Segundo o portal EBC ( Agência Brasil), estima-se que 32% da população adulta brasileira têm hipertensão. Desses 36 milhões, somente 50% sabem que são hipertensos, dos quais apenas 50% se tratam. A pressão 120 por 80 é considerada muito boa. Já acima de 140 por 90, a pessoa já é hipertensa.

Embora não tenha cura, a hipertensão pode ser controlada através de acompanhamento médico e de mudanças de hábitos alimentares. Segundo o médico nutrólogo Alexander Gomes de Azevedo, os seguintes alimentos devem ser evitados, pois aumentam a pressão arterial:

 Alimentos industrializados ricos em sódio : como linguiça, salaminho, salsichas, bacon, os chamados embutidos, frituras, molhos processados, refrigerantes, salgadinhos, entre outros.

-Sal de mesa

-Consumo excessivo de canela, como o próprio chá

-Bebida alcoólica em excesso

-Consumo excessivo de café

-Consumo excessivo de chás com alto teor de cafeína, como o chá verde

-Molho à base de soja presente em comidas chinesas

 Já alguns devem ser inseridos no cardápio, como:

Alimentos in natura, dentre esses:

-Melancia, principalmente a parte branca que chamamos de citrulina

-Chuchu

-Cereais integrais- aveia, quinoa

-Abacate

-Legumes no geral

-Kiwi

-Pimentão vermelhos

-Beterraba fresca e seu suco

 

Ainda segundo o médico, os alimentos mais naturais são favoráveis a manter a pressão arterial normal, devido a quantidade de vitaminas e minerais presente e ao baixo nível de sal.

“Existem alimentos naturais que são potencializadores e elevam a pressão, mas acontece quando o seu consumo é altamente excessivo. Ao contrário dos alimentos industrializados ricos em sal e gorduras, que são propiciadores da elevação da pressão sanguínea. Equilíbrio é a chave do sucesso para manter a saúde do corpo normal e saudável”, pontua Azevedo.



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